Cepea, 14 – A safra 2010/11 de soja no Brasil deve registrar recorde de produção, consumo interno e exportação, conforme dados divulgados pela Conab. A área deve crescer 2,8% em relação à da temporada anterior. No entanto, a produtividade média brasileira pode ser de 48,4 sc/ha, 0,7% menor que a registrada no ano anterior. Como resultado, a produção no Brasil pode crescer 2,1%, alcançando 70,1 milhões de toneladas, um novo recorde. Mesmo assim, os preços continuam firmes, sustentados pela demanda aquecida e pela previsão de menor produção da Argentina, conforme pesquisas do Cepea. Na última semana, as negociações no mercado spot estiveram lentas no Brasil, com agentes atentos às chuvas intensas no Paraná e Centro-Oeste, que têm limitado o avanço da colheita. Entre 4 e 11 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) subiu 0,9%, fechando a R$ 50,79/sc de 60 kg na sexta-feira, 11. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o produto transferido para o porto de Paranaguá teve aumento 3,9% em sete dias, finalizando a R$ 52,97/sc.
(Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Mercado prevê novas altas no preço da carne
Brasília - Com o preço da carne em alta no mercado internacional, o tradicional bife deverá se tornar ''artigo de luxo'' na mesa do brasileiro. Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a tendência é que a carne fique mais cara neste ano devido ao aumento do custo dos produtores e à preferência pelas vendas ao mercado externo. ''Talvez o bife não vá mais combinar com arroz e feijão. Carne é um artigo de luxo'', afirma o vice-presidente da CNA, Ademar Silva Júnior. Segundo ele, a alta do preço da carne bovina vem abrindo mercado, no país, para o consumo de frango, peixe, carne de porco e ovo. Ele argumenta que o bife não irá ''sumir'', mas as refeições dos brasileiros passarão a combinar mais diferentes tipos de carnes. Essa é uma tendência identificada pela CNA que, segundo levantamento, sofre influência também de melhoria na educação e mais informação sobre benefícios nutritivos de refeições balanceadas. Apesar disso, no Brasil a carne bovina segue como símbolo de mesa farta. O consumo frequente do produto está associado a momentos de forte crescimento da economia e da renda. ''Tem pesquisa que mostra que quando o brasileiro tem R$ 1 de aumento de salário, ele gasta R$ 1,10 a mais com carne'', afirma Antenor de Amorim Nogueira, presidente do fórum nacional permanente da pecuária de corte.
Aumentos
De acordo com a CNA, quase dois anos após a crise de 2008, que derrubou os preços e as vendas do setor, o segundo semestre do ano passado foi marcado pelo aumento do preço do boi gordo no país.
O preço médio da arroba em outubro do ano passado foi de R$ 98,88, com ganho real (já descontada a inflação) de 20,47% em comparação ao mesmo período de 2009. Em novembro, a arroba do boi gordo chegou a custar R$ 120. E o reflexo dessa valorização atingiu o bolso do consumidor. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o item carnes (bovina e suína) acumulou inflação de 29,64% no ano passado.
Sheila D'Amorim e Mário Sérgio Lima
Folha de Londrina
Aumentos
De acordo com a CNA, quase dois anos após a crise de 2008, que derrubou os preços e as vendas do setor, o segundo semestre do ano passado foi marcado pelo aumento do preço do boi gordo no país.
O preço médio da arroba em outubro do ano passado foi de R$ 98,88, com ganho real (já descontada a inflação) de 20,47% em comparação ao mesmo período de 2009. Em novembro, a arroba do boi gordo chegou a custar R$ 120. E o reflexo dessa valorização atingiu o bolso do consumidor. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o item carnes (bovina e suína) acumulou inflação de 29,64% no ano passado.
Sheila D'Amorim e Mário Sérgio Lima
Folha de Londrina
FAEP solicita a suspensão da obrigatoriedade da Averbação da Reserva Legal
A Federação da Agricultura o Estado do Paraná pediu ao Banco do Brasil que suspenda a apresentação da obrigatoriedade da Averbação da Reserva Legal ou Adesão ao Programa Mais Ambiente, do governo federal. Uma das argumentações da Faep é que o decreto federal de número 7.029/2009, estabelece que os agricultores tem até o dia 11 de junho para se adequar às exigências do Código Florestal. Ontem (10) o Banco do Brasil já apresentou uma resposta favorável à Faep. Mas o alerta aos agricultores é que procurem se adequar o mais rápido possível às medidas exigidas. Caso contrário, os produtores que precisarem do Banco do Brasil para fazerem empréstimos terão o pedido negado pelo Banco.
Com informações da Faep
Com informações da Faep
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Paraná volta a liderar produção de grãos
Uma nova avaliação feita pena Conab, recolocou o Paraná na liderança da produção nacional de grãos. De acordo com a previsão, o Estado irá colher aproximadamente 30,94 milhões de toneladas de grãos. Essa projeção é 1,3% menor que a safra anterior. No entanto, com o avanço da colheita pode revelar uma produtividade maior para a soja e para o milho no Paraná.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Ministério da Agricultura prioriza registro de produtos menos tóxicos
O registro de agrotóxicos com menor toxidade é prioridade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Hoje, 61% das 1.468 marcas já estão classificadas como de risco 3 ou 4 (menos tóxicas). Além disso, os pedidos de registro de produtos biológicos são aprovados rapidamente, no período de oito a 15 meses, pelos ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Saúde. No caso dos convencionais, a aprovação pode levar até três anos.
“Temos recebido mais demandas dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia, que têm interesse em registrar produtos biológicos. Hoje, temos 22, entre fungicidas e inseticidas”, explica o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do ministério, Luís Rangel.
Entre as prioridades para 2011, o técnico destaca, ainda, a identificação de produtos fitossanitários para uso na agricultura orgânica. “As regras para esse tipo de registro serão definidas até o fim deste ano e a expectativa é que, em 2012, tenhamos opções para esse sistema de produção”, explica.
Fonte: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA)
“Temos recebido mais demandas dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia, que têm interesse em registrar produtos biológicos. Hoje, temos 22, entre fungicidas e inseticidas”, explica o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do ministério, Luís Rangel.
Entre as prioridades para 2011, o técnico destaca, ainda, a identificação de produtos fitossanitários para uso na agricultura orgânica. “As regras para esse tipo de registro serão definidas até o fim deste ano e a expectativa é que, em 2012, tenhamos opções para esse sistema de produção”, explica.
Fonte: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA)
Safrinha maior no Paraná
Relatório divulgado ontem pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Agricultura do Paraná, prevê um avanço de de 11% na área de milho safrinha no Estado. Segundo o relatório, a expectativa de produção é de 6,62 milhões de toneladas.
Fonte: Folha de Londrina
Fonte: Folha de Londrina
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